Seis etapas, um único time
Selecione uma etapa para ver o que ela entrega.
Elaboração de conceitos
Estudamos alternativas de solução e comparamos função, instalação e fabricação antes de investir no detalhamento.
- Estudo comparativo das alternativas, com vantagens e limitações
- Pré-dimensionamento analítico da alternativa recomendada
Equipamentos e ferramentas subsea
Desenvolvemos o equipamento completo, com as interfaces de instalação e de operação propostas desde o início.
- Modelo 3D do equipamento ou da ferramenta1
- Requisitos e interfaces de projeto documentados
1 O fornecimento de modelos 3D e o formato dos arquivos são definidos em contrato.
Detalhamento
Levamos cada componente ao nível de fabricação: geometria, vedações e fixações.
- Componentes e conjuntos detalhados no modelo 3D1
- Especificação de materiais, vedações e fixações
1 O fornecimento de modelos 3D e o formato dos arquivos são definidos em contrato.
Desenhos para fabricação
Convertemos o modelo detalhado em desenhos que orientam a fabricação, no padrão de documentação combinado com o cliente.
- Desenhos de conjunto e de montagem
- Desenhos de peças, com tolerâncias e acabamentos
- Histórico de revisões
Cálculos numéricos e analíticos
Verificamos o projeto por elementos finitos (FEA), fluidodinâmica computacional (CFD) e cálculo analítico, segundo a norma aplicável.
- Relatórios de análise
- Memória de cálculo
Simulação para embasar cada decisão
Exemplos da experiência da equipe. Clique em uma imagem para ampliar.
Estruturas
Içamento, transporte e operação de estruturas submarinas e offshore.
- Estática linear e não linear
- Contato e plasticidade
- Cascas com malha refinada nas ligações
Pressão e impacto
Componentes sob cargas combinadas e eventos de impacto durante a instalação.
- Pressão, tração e flexão combinadas
- Efeitos de temperatura
- Dinâmica explícita
Mecanismos
Ferramentas com partes móveis, simuladas ao longo do movimento de acionamento.
- Contato entre componentes
- Pré-carga de parafusos
- Molas e travamentos
Fluidodinâmica
Escoamentos internos e externos para prever erosão, forças e coeficientes de projeto.
- Erosão por partículas
- Escoamento multifásico transiente
- Coeficientes hidrodinâmicos
Vibração e fadiga
Vibração induzida por escoamento (FIV) em ANMs, linhas de injeção química e jumpers, do escoamento à vida em fadiga.
- CFD multifásico transiente
- Resposta estrutural por vibração aleatória
- PSD de tensões e dano acumulado
Principais normas de equipamentos submarinos
As mais recorrentes no nosso trabalho, não as únicas. Filtre por entidade.
- Requisitos do projeto conferidos com a norma antes do cálculo
- Verificação cruzada entre cálculo analítico e numérico
- Critérios de aceitação da norma aplicável
A citação das normas é referência técnica e não indica certificação, licença ou vínculo com as entidades que as publicam.
Do modelo 3D ao desenho para fabricação
O mesmo caminho vale para qualquer componente.
O exemplo é um flange tipo SV API 17D.
Modelo 3D
Representamos o componente montado, com o anel de vedação e as superfícies de contato.
- Geometria do componente e do conjunto1
1 O fornecimento de modelos 3D e o formato dos arquivos são definidos em contrato.
Análise numérica
Submetemos o modelo às condições de projeto, com material elastoplástico e contato entre as partes.
- Tensões e deformações comparadas aos critérios de aceitação
- Recomendações de ajuste da geometria, quando necessárias
Desenho para fabricação
O desenho só é emitido depois da verificação: cotas, vedação e pontos de teste correspondem à geometria aprovada no cálculo.
- Desenho cotado do componente verificado
- Vínculo entre desenho, modelo e relatório de análise
Gestão da qualidade e documentação técnica
A qualidade acompanha o trabalho desde o primeiro conceito e fica registrada em cada documento emitido.
- Documentação organizada, verificada e rastreável
- Registro da análise crítica das referências do cliente frente às normas
Resultados
Análise crítica de documentos
Antes de projetar, confrontamos os documentos do projeto com as normas aplicáveis e registramos as divergências.
Documentação técnica
Relatórios, memórias de cálculo, especificações e desenhos escritos para auditoria: premissas, dados de entrada, critérios e resultados no mesmo lugar.
Controle de revisões
Identificação e revisão controladas em cada emissão, no padrão da Oracus ou no modelo do cliente.
Gestão da qualidade
Processos orientados pela ISO 90012, com verificação antes de cada emissão.
2 Orientação dos processos internos; não representa certificação.
Vamos conversar sobre o seu projeto
Conte qual é o equipamento e em que etapa ele está.
